quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Teatro Bernardim Ribeiro encerra para obras

Câmara Municipal de Estremoz informa:
A Câmara Municipal de Estremoz informa todo os interessados que, devido ao estado de degradação em que algumas infra-estruturas do Teatro Bernardim Ribeiro se encontram, será necessário efectuar algumas intervenções imediatas, razão pela qual o edifício estará encerrado ao público a partir do dia 1 de Janeiro de 2010 e até data a anunciar oportunamente, depois de efectuada a avaliação das intervenções a realizar.

Agradecemos a compreensão de todos e pedimos desculpa pelo transtorno que esta medida possa vir a causar, mas esta intervenção é necessária para bem da segurança de todos quanto frequentam este equipamento cultural.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

"Fila para o cabeleireiro"

Fotografia captada durante a inauguração da Festa do Vinho e da Vinha, em Borba, e retirada do blogue “Jornalistas do Alentejo”.


Fila para o cabeleireiro

Jornalistas dos diversos órgãos de comunicação social aguardavam ansiosamente os discursos do ministro e dos restantes intervenientes na inauguração do certame.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Esclarecido?

Anónimo disse...
"Porque o sr. Ribeiro tem nos últimos dias ameaçado webmasteres e comentadores dos blogs de Estremoz de os levar a tribunal importa esclarecer, com o intuito de afastar receios infundados o seguinte:
Quem leva alguém a tribunal é um Juiz, coisa que ao que se saiba o sr Ribeiro não é.
Pode quando muito, é um direito que lhe assiste, apresentar queixa no Ministério Público.
Este, analisada a queixa notificará o acusado ou, senão houver matéria como aparenta ser o caso, manda arquivar a queixa.
Caso o Ministério Público entenda que pode haver matéria ouve as partes após o que, havendo matéria manda para inquérito ou, como parece ser o caso, arquiva.
Na fase de inquérito serão ouvidas testemunhas e feitas outras diligências no sentido de apurar responsabilidades. Nada se apurando, como facilmente conclui neste caso, arquiva o processo. Caso contrário envia, então sim, para o Tribunal.
Onde, num caso destes o sr. Ribeiro perderá e terá de arcar com o pagamento das custas que não são nada baratas. A menos que apresente prova de insuficiência económica como decorre da lei.
Chamo ainda a atenção que a queixa, ao contrário do que escreve o sr. Ribeiro, terá de ser apresentada no tribunal da comarca de residência do acusado. Ou seja quem tem de fazer os tais 450 quilómetros é ele".
12 de Novembro de 2009 20:22
“Sr. anónimo”,
muito obrigado pelo seu importantíssimo contributo que nos ajudou a clarificar esta situação!
Para mim, este tema já teve demasiado “tempo de antena” e está encerrado!
Quanto ao Sr. Dr. Abel Ribeiro desejo-lhe as maiores felicidades nesta sua “caminhada”.

"Quintas", Dia de Ricardo Araújo Pereira


A argamassa alegórica dos muros metafóricos
Somos um povo de construtores civis da metáfora, de patos-bravos da figura de estilo - o que não tem mal nenhum

As carinhosas irmãs vicentinas que me educaram até à quarta classe suportaram o meu ateísmo sem o mais pequeno queixume. E suportaram-me a mim com o mesmo silêncio, o que é ainda mais notável. O facto de não terem tentado sequer convencer-me a fazer ao menos o baptismo revela um respeito tão firme pela liberdade religiosa que chega a comover-me. Por outro lado, pode dar-se o caso de não terem querido oferecer um sacramento ao pecadorzinho pertinaz que, sem dúvida nenhuma, perceberam que estava ali a despontar. Também comove: senhoras que viviam em reclusão, com pouca experiência do mundo real, conseguiam mesmo assim topar um selvagem aos seis anos. Mas, mesmo não tendo desperdiçado proselitismo que lhes fazia falta para salvar almas mais merecedoras da salvação, ainda assim ensinaram-me canções religiosas. Esta semana, recordei uma que se chamava Os muros vão cair.


É interessante quando certos pormenores da biografia do cronista se adequam ao tema tratado na crónica, não é? Ficamos com a sensação de que o tempo passa pelo mundo e pelo cronista do mesmo modo, que deixa em ambos a mesma marca, e sobretudo que o mundo e o cronista têm a mesma importância, o que é especialmente agradável. (Para o cronista. Para o mundo, é relativamente desprestigiante.) Por isso, sempre que posso invento um facto biográfico que se relacione com os principais acontecimentos da semana. Desta vez, não precisei de fazê-lo. As freiras ensinaram-me mesmo a música político-religiosa Os muros vão cair, que falava de muros metafóricos em geral para falar do muro de Berlim em particular.


A esta distância, constato que as vicentinas tinham duplamente razão: dez anos depois, o muro de Berlim caiu mesmo, e 20 anos depois da queda as metáforas sobre muros continuam pujantes. Quando, na passada segunda-feira, se comemorou o aniversário da queda do muro, ficou claro que as metáforas com muros estão para o muro de Berlim como a pergunta "Queria, já não quer?" está para os clientes dos cafés que, por educação, fazem o pedido no pretérito imperfeito. A queda do muro é uma efeméride que, ano após ano, ouve sempre as mesmas piadas. Todos, mas mesmo todos os comentadores lembraram outros muros que, à semelhança do de Berlim, devemos derrubar. O muro da intolerância, o muro da injustiça ou o muro da desigualdade social foram alguns dos muros mais citados. E todos, mas mesmo todos, apontaram a seguir as pontes que devem ser construídas nas ruínas dos muros. A ponte da esperança e a ponte do entendimento entre os povos foram as duas infra-estruturas metafóricas mais referidas. Se juntarmos a estes muros e pontes as auto-estradas da informação, percebemos que as metáforas sobre obras-públicas são, sem dúvida nenhuma, as mais populares do espaço público português. Somos um povo de construtores civis da metáfora, de patos-bravos da figura de estilo - o que não tem mal nenhum. Estou só a observar um fenómeno sem o julgar. Por favor, não me enfiem no túnel da incompreensão.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Sr. Abel Ribeiro exige pedido de desculpas!

“Caro Jorge Pereira
A minha esposa (não a minha "companheira", como o cobarde anónimo diz, talvez vendo-se ao espelho das suas falsas vidas duplas, penso) já clarificou tudo.
Só que há prazos e honra:
1) Prazos
Tem até hoje às 24 h para identificar o "anónimo", sob pena de, ao abrigo da muita jurisprudência existente sobre blogs, ter de assumir aquilo que me foi chamado a mim e à minha esposa, que Você podia não ter publicado, se moderasse os comentários (por ser anónimo) ou, mesmo, apagado, após conhecer o texto e, ainda mais, após a denúncia; não fez nada disso e agora já é tarde; gosta, afinal, do tão estremocense anonimato. Terá, talvez, de fazer 450 Km para responder por isso, caso não identifique o "corajoso" anónimo.
2) Honra
Alem do antes dito, não basta tentar moderar boatos, calúnias e difamações com intenções "seráficas" como os comentários que coloca, a convidar à contenção : de boas desculpas está "o Inferno cheio"; daí que exista um segundo acto ptencialmente criminoso, ou seja, ser conivente. Mas deste, sem ilidir o outro, pode pedir pública desculpa (que aceitaremos), no blog, mas não em comentário, mas em "post", retratando-se, TERMO A TERMO, INSULTO A INSULTO, daquilo que se permitiu publicar. Ou seja, dizendo que permitiu infâmias, das quais não tem provas, e de tal pede desculpa aos visados. NESTES TERMOS PRECISOs, MAS REFERINDO CADA OFENSA : PILANTRAS, etc.
São, pois, duas causas : a da difamação, e, aqui, não há solução (exigimos saber quem é o autor, senão é Você e esta só se resolve em Tribunal); a segunda, de conivência, que resolverá, de modo cavalheiresco, com um comentário, a publicar hoje, até às 24h, onde Você, termo a termo, repito, se retrata de ter permitido tais impropérios,por um anónimo (tal como dito acima).
Fico a aguardar.
Já agora, gritar "Moderem os comentários" é uma irresponsabilidae. Quem tem um blog sabe que tem essa possibiidade e ela é de sua responsabilidade.
Se não o consegue fazer, feche o blog.
Lamento, Jorge”.

Recebi este comentário do Sr. Abel Ribeiro que decidi publicar na íntegra, exigindo a identificação do autor do comentário que referiu os “possíveis” incumprimentos deste senhor em relação às suas contas e um pedido de desculpas da minha parte até às "24 horas" do dia de hoje.
Primeiro, se o autor deste comentário, que se identificou perante a minha pessoa, preferiu o anonimato, considero que devo respeitar a sua decisão e não revelar a sua identidade, mas garanto-lhe que este senhor sabe do que fala e que está a reunir provas que sustentem o seu comentário!
Vir-me falar em difamações depois de ter acusado o actual presidente da Câmara Municipal de Estremoz, senhor Luís Mourinha, de ir a “Bares de alterne e pedir facturas em nome da Câmara”, como sendo de jantares, para ser reembolsado” e de referir que a vereadora Sílvia Dias “pode reivindicar um lugar num desses bares” e que “mostrou que se sabe "prostituir. E que até já tem um "chulo" : o Presidente Mourinha...”, é, no mínimo, contraditório.
Também falho e assumo essas falhas, mas , neste caso, não me sinto obrigado a pedir desculpas a um senhor que diz que foi “difamado” e que proferiu tamanhos impropérios em relação ao Sr. Luís Mourinha e Sílvia Dias.
Pediu também que o autor do comentário provasse o que disse. Sr. Abel Ribeiro, prove-me você também onde estão essas facturas que o presidente da Câmara Municipal de Estremoz pediu em nome da entidade que dirige para pagar contas em “Bares de alterne”.
Acredite, ainda, que os comentários realmente ofensivos ficaram na “gaveta”, mas se os quiser ler posso enviar-lhe!
Para terminar, se preferir, em vez de enterrar este assunto, seguir para a barra dos tribunais é uma decisão que só lhe cabe a si.
Com os melhores cumprimentos
Jorge Manuel Pereira

Esforço recompensado!

Quando no exercício das minhas funções me encontro no terreno, tenho sempre em mente cumprir com as minhas obrigações e realizar o meu trabalho da melhor forma possível e é sempre gratificante quando verificamos que este esforço é reconhecido. Foi o que aconteceu com o 1º Passeio TT Regimento de Cavalaria 3, cujas fotografias foram publicadas numa revista especializada em desportos motorizados todo-o-terreno.