domingo, 9 de maio de 2010

José Gonçalez vai dar "uma volta ao Rossio"!!!!!

Não resisti e retirei a imagem do “Blogue do José Gonçalez”.
Efectivamente, José Gonçalez troca de papel num programa que é da sua responsabilidade, “À Volta ao Rossio”, e será entrevistado por mim, Jorge Pereira (Brados do Alentejo), José Lameiras (Rádio Despertar) e Pedro Soeiro (E).
O programa será transmitido em directo amanhã, dia 10 de Maio, entre as 15 e 17h00.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Daniela Mercury contagiou público!!!

Não sou fã de Daniela Mercury e fui "como que arrastado" por o concerto que se realizou ontem à noite, dia 6, na Arena D'Évora.
Porém, a cantora, compositora, dançarina, produtora e actriz, surpreendeu-me pela positiva e, com a sua presença em palco, contagiou os milhares de espectadores que assistiram ao espectáculo e dançaram desde a primeira à última música.
Foi simplesmente magnífico e, essencialmente, mais um justificação para um encontro com bons amigos e para momentos de pura confraternização e diversão.
Deixo-vos algumas fotografias do concerto:















Atenção, MUITA ATENÇÃO, aos filmes 3D!!!!

Americana garante ter engravidado a ver um filme porno em 3D

Depois de um ano numa base militar no Iraque, Erick Jhonson chegou a casa e teve a surpresa da sua vida: a mulher, Jennifer Stweart, deu à luz um bebé durante a sua ausência. Mas o insólito não termina aqui. O casal de raça branca deu à luz um bebé negro. Mas Jennifer rapidamente encontrou uma explicação para o sucedido. A mulher de 38 anos garantiu ao marido que a criança foi concebida enquanto assistia a um filme pornográfico em três dimensões.
“Não vejo porque desconfiar dela. Os filmes em 3D são muito reais. Com a tecnologia de hoje tudo é possível”, disse Erick, que assumiu a criança.
Jennifer explicou que foi ver um filme porno em 3D com as amigas. “Um mês depois de ver o filme comecei a sentir enjoos e o resultado está aí. Vou processar o cinema e os produtores”, afirmou. “Ainda bem que o meu marido acredita em mim e sabe que eu sou fiel”, acrescentou.

"Quintas", Dia de Ricardo Araújo Pereira



O país mais cristão do mundo
No ano de 1143, o Papa Inocêncio II reconheceu que Portugal era um país. Oitocentos e sessenta e sete anos depois, temo que Bento XVI venha cá dizer-nos que talvez o seu antecessor se tenha precipitado

No ano de 1143, o Papa Inocêncio II reconheceu que Portugal era um país*. Oitocentos e sessenta e sete anos depois, temo que Bento XVI venha cá dizer-nos que talvez o seu antecessor se tenha precipitado. O Papa visita Portugal numa altura em que, ao que dizem pessoas versadas em economia, embora contradizendo outras pessoas igualmente versadas em economia, o País está à beira da bancarrota. É inquietante não perceber se o Papa vem abençoar-nos ou dar-nos a extrema-unção. Seria demasiado atentatório do protocolo que o Presidente Cavaco Silva tentasse convencer o Santo Padre a devolver-nos aquelas quatro onças de ouro que D. Afonso Henriques começou a pagar anualmente à Santa Sé? Podia ser uma boa ajuda para sair da crise, mas é provável que o Vaticano já tenha gasto tudo em hóstias e talha dourada.

Portugal pode ao menos aproveitar a visita do Papa para aprender com a Igreja, sobretudo nesta altura em que o País parece condenado a fazer à União Europeia o que a Igreja faz aos fiéis: pedir esmola. Na verdade, dificilmente haverá país que viva mais de acordo com a lei de Cristo do que Portugal: há anos que os portugueses têm vindo a despojar-se dos bens materiais e a abdicar da riqueza. Se os países morressem (e não é assim tão certo que o nosso não esteja com os pés para a cova), Portugal seria certamente dos que iriam para o céu.

Para o Papa, visitar Portugal é a decisão mais inteligente que poderia ter tomado. A Igreja tem sido abalada pelo escândalo de pedofilia, e não haverá nada mais sensato a fazer quando se está envolvido num escândalo do que viajar para um país em que os escândalos são corriqueiros. De todos os altos dignitários que vai encontrar, Bento XVI deve ser o que está menos atormentado por escândalos. Portugal é a Brobdingnag dos escândalos. Assim como Gulliver se sente mínimo em Brobdingnag, qualquer escândalo estrangeiro se sente pequenino em Portugal. O périplo do Papa pelo nosso país será o equivalente a uma pessoa que tem uma pequena nódoa na camisa ir rodear-se de pintores de parede com os fatos-macaco todos sarapintados. Quem se atreverá a censurar o Papa por comandar uma instituição que só pediu desculpa a Galileu mais de 350 anos depois do seu julgamento quando é essa, precisamente, a duração média de um julgamento em Portugal? Aqui, qualquer um se sente impoluto. Deve ser nisso que consiste a nossa celebrada hospitalidade.


* Mais ano menos ano, mais Papa menos Papa. Não me chateiem. O rigor histórico atrapalha quem quer trabalhar.


quarta-feira, 5 de maio de 2010

"Não somos do(Brados)"!

Pego na última frase do último post proferida por João Carlos Chouriço para escrever o próximo: "Não será possível que subsistam três jornais [em Estremoz] e algum irá ficar pelo caminho!".
Não é novidade para ninguém que a imprensa escrita, tanto a nível nacional como local, está a passar por grandes dificuldades. A informação chega muito facilmente às pessoas de outras formas, blogues sites, etc., e também se está a perder o hábito de leitura, principalmente nas camadas mais jovens.
Vejamos, por exemplo, o caso do jornal "Distrito de Portalegre" que "faleceu" recentemente após 126 anos de existência e muita história.
Em Estremoz, e com o regresso do "Ecos" no próximo dia 21 de Maio, passarão a existir três jornais e todos os intervenientes destas publicações parecem concordar que não há espaço na cidade para todos subsistirem.
Esta é também a minha opinião. Infelizmente, não temos mercado publicitário, assinantes ou, inclusivamente, leitores para três jornais.
É claro que qualquer pessoa poderá adquirir os três nas bancas porque não são quatro ou cinco euros mensais que irão fazer "mossa" no orçamento, mas, como todos sabem, os órgãos de comunicação social vivem, essencialmente, da publicidade.
Se numa situação normal este aspecto já seria problemático, a situação agrava-se quando as autarquias (que deviam "puxar" pelos interesses de instituições e empresas locais), não publicitam os seus eventos nos jornais da "terra" e procuram outras publicações, até com tabelas de publicidade mais elevadas, para fazer esta divulgação. Gastam mais dinheiro, mas terão mais retorno????
De todas as formas, não poderemos ser considerados como rivais ou "concorrentes", como se diz habitualmente, ou entrar em brigas que só nos acabarão por prejudicar a todos!
Como disse João Carlos Chouriço, a concorrência desenfreada e sem sentido poderá levar a que "se obtenham 400 euros de publicidade" e, assim, que as receitas não cubram as despesas.
Estou, inclusivamente, disponível para colaborar com o “E” e com o “Ecos”, à semelhança do que já acontece com o “Fonte Nova” e “Alto Alentejo”, de Portalegre, “Linhas de Elvas” e “Diário do Sul”, Évora.
De todas as formas, E FALO EM MEU NOME, o Brados do Alentejo não se vai deixar adormecer à "sombra dos seus 80 anos de história" e continuaremos a levar às pessoas a informação fiel e fidedigna a que já se habituaram. Não mudaremos a nosso modo de actuar porque somos "do Brados", mas não somos "dobrados!".

terça-feira, 4 de maio de 2010

Três jornais em Estremoz - "E algum ficará pelo caminho!"

Começou com periodicidade mensal, passou a quinzenal cerca de três anos após o início da publicação e sofreu uma "interrupção" no passado dia 16 de Março, ao quinto ano de vida e no número 84.
Segundo João Carlos Chouriço, presidente recém-eleito e fundador da Associação para o Desenvolvimento do Alentejo, Inovação e Valorização (INOVAL), o jornal "Ecos" foi obrigado a suspender temporariamente a edição porque os responsáveis pela sua composição "queriam ficar com o título pelo valor das dívidas que, entretanto, tinham sido acumuladas, cerca de nove mil euros".
"Quando a proposta foi apresentada pedimos que fosse elaborado um documento que iria ser analisado por parte dos sócios, mas esse documento nunca chegou a ser apresentado", comentou João Carlos Chouriço.
Entretanto, "ficou sempre no ar a dúvida que se iriam continuar a realizar o jornal até esta situação ser esclarecida e só mesmo em cima da data da publicação do número 85, [o número seguinte], e com muita insistência, é que disseram que não iam fazer mais jornal nenhum, atitude muito pouco profissional!", lamentou o presidente.
João Carlos Chouriço salientou que o "Ecos" é "também a actividade basilar" da própria associação (INOVAL), que tem por objectivo intervir na sociedade, e "esta publicação é, no fundo, uma forma de intervenção social".
O presidente acusou, ainda, a anterior direcção de deficiente gestão financeira na medida em que as receitas, obtidas em publicidade e assinantes, eram insuficientes para cobrir as despesas de impressão. "Enquanto que os custos fixos de impressão rondam os 700 euros, na maioria dos números as receitas de publicidade não ultrapassavam os 400! A venda nas bancas é residual e não se vendiam mais de 200 números!".
"Deram-se passos mais largos que as pernas e quiseram fazer coisas para as quais, em termo de estrutura, não tinham suporte. Deixaram andar o barco, mas este andou à deriva!", asseverou o presidente.
João Carlos Chouriço assegurou que o "Ecos" está a ser repensado e que regressará às bancas no início do próximo mês de Maio, provavelmente dia 7.
"De futuro será um projecto renovado, com uma nova imagem e contará com a participação de novos colaboradores. Não será cópia de nada nem de ninguém!"
O presidente partilha também da opinião de directores de outras publicações quando afirma que, claramente, "Estremoz não tem condições para ter três jornais", a menos "que haja outro tipo de financiamento!".
"Não será possível que subsistam os três jornais e algum irá ficar pela caminho!".

N.R- Brados do Alentejo contactou os visados pelas declarações de João Carlos Chouriço que decidiram aguardar pela publicação da peça para uma eventual reacção.
Jorge Manuel Pereira

(Notícia publicada na última edição do jornal Brados do Alentejo)

segunda-feira, 3 de maio de 2010

QUE VENHAM OS MINISTROS!!!

Um dos visitantes do "Estremoz Revisited" focou um aspecto que, por coincidência, iria tratar hoje : a falta de divulgação do evento!
Efectivamente este ano a FIAPE passou para "segundo plano", tendo a Ovibeja sido considerada por todos os órgãos de comunicação social nacionais como "uma das maiores feiras de Agro-Pecuária do país". No fim-de-semana só se ouviu falar em Ovibeja e para tal também contribuiu a visita de diversas individualidades a este evento, nomeadamente do presidente da Republica, primeiro-ministro, ministro da agricultura, entre muitos outros.
Como é óbvio, e é fácil de perceber, cada vez que estas pessoas se dirigem a uma localidade ouve-se falar por todo o país.
Alguém ouviu a palavra "FIAPE" este fim-de-semana na televisão?
Por isso é que não concordo com as afirmações de um dos nossos autarcas quando refere que não precisa de "ministros em Estremoz"!
A vinda destas personalidades à nossa cidade contribui para a divulgação da nossa bela localidade e das iniciativas que aqui se realizam.
Por mim, QUE VENHAM MINISTROS!!!
Quanto à realização do evento, gostaria de salientar o elevado número de expositores e crescente qualidade dos trabalhos e artigos apresentados. No que concerne aos espectáculos, foram boas opções e acho que agradaram a todos os visitantes. "Houve música para todos os gostos!".
No entanto, continuamos a deparar-nos com alguns problemas. No que diz respeito aos restaurantes (pavilhão B) e à zona de petiscos (pavilhão A) em alturas de maior afluência o fumo faz-se sentir com grande intensidade, o que pode ser incomodativo para quem pretende tomar a sua refeição.
Também não concordei com a localização da "tenda da discoteca". Junto aos expositores dos stands de automóveis não é boa opção até porque as viaturas foram usadas como WC. Em caso "de sessões de pancadaria", como na sexta-feira, é sempre um grande risco haver carros por perto.
De todas as formas, são aspectos que podemos sempre melhorar e o que acabei de frisar foram apenas algumas considerações que poderão ser, ou não, levadas em conta!