segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Muralhas por tratar

Excerto de um texto publicado na edição do Expresso de dia 3 de Janeiro referente ao estado do património imóvel nacional.

(…) Na Ribeira, no Porto, o cenário não é mais animador. O perigo de derrocada não ameaça só visitantes, vive dentro da cabeça de moradores e comerciantes. Em Valença do Minho, as muralhas da fortaleza também podem cair. As de Campo Maior, Serpa e Estremoz, no Alentejo, estão por tratar (..)

Ministério promete medidas
O Ministério da Cultura, que tutela todo o património imóvel nacional, já avançou com uma primeira proposta: lançar o desafio às grandes empresas de obras públicas para, em forma de mecenato, oferecerem 1% de cada empreitada que lhes seja adjudicada em obras de requalificação. Castelos, igrejas, mosteiros, palácios, sítios arqueológicos, centros históricos...
Há muito por onde escolher e trabalhos de todas as dimensões à espera de serem iniciados. A solução, importada de Espanha (cujo Estado adoptou mesmo uma taxa fixa de 2% a cada empreitada pública), surge como o único caminho. Mas a proposta do Governo não saiu até agora da gaveta e não passa de uma miragem (...)

3 comentários:

estremocenses disse...

Concordamos plenamente consigo. Aliás até já tinhamos uma foto para ilustrar essa situação. É um desleixo...

Anónimo disse...

Fala-se tanto em atrair os turistas e esquecemo-nos que estes se interessam principalmente pelo património imóvel. Sei que não é um problema fácil de resolver porque não estamos a falar de tostões mas alguma coisa terá que ser feita.

A Bolotinha disse...

Sou Geocacher e como tal ando por ai sempre atras do proximo tesouro e é com tristeza que digo que num dos sitios mais lindo da nossa Cidade as Portas de Evora`aonde muitos geocacheres passam e se deslumbram, deparam com uma entrada de estremoz tao suja!!! a culpa não é so da edelidade mas tb do normal cidadão k ali deposita os seus lixos e contribui para a degradação das muralhas.