Constrangimentos como este vão proliferando um pouco por toda a serra D’Ossa e terrenos adjacentes. Já não vai sendo fácil para os amantes de desportos todo-o-terreno escolherem um percurso livre de obstáculos.
Os betetistas já estão, de certa forma, habituados a andar com a bicicleta às costas, ora por cima de vedações ou a saltar pedregulhos como este. Todos os caminhos já vão estando cortados. Quanto aos desportos motorizados têm uma tarefa mais difícil ainda porque em determinados locais já não passam. Esta situação é preocupante até porque a serra D’Ossa poderia fomentar este tipo de modalidades e, assim, chamar mais gente à nossa terra. Vejam quantos atletas vêm de outros locais do país competir na prova anual realizada pelo Clube Ciclomontanha de Estremoz, maratona “cidade de Estremoz”, que este ano já vai para a 4ª edição.
Compreendo que os donos dos terrenos pretendam zelar pelas suas propriedades, mas esta não é uma boa forma de o fazer.
O mais grave é que ao colocarem estes obstáculos estão também a impossibilitar a circulação de ambulâncias e de autotanques dos bombeiros. Todos os estremocenses ainda se lembram do último incêndio que devastou a serra e os danos que causou. Muitas famílias iam perdendo as suas casas e todos os bens amealhados durante uma vida inteira de trabalho.
Se para os “soldados da paz” já não era fácil aceder a determinados locais, como montes isolados para combater as chamas ou prestar auxilio em caso de doença, muito menos será agora. Assim, aumentam também cada vez mais as hipóteses de ficarem encurralados, reduzindo as possibilidades de salvar vidas alheias e de proteger as suas.
Os betetistas já estão, de certa forma, habituados a andar com a bicicleta às costas, ora por cima de vedações ou a saltar pedregulhos como este. Todos os caminhos já vão estando cortados. Quanto aos desportos motorizados têm uma tarefa mais difícil ainda porque em determinados locais já não passam. Esta situação é preocupante até porque a serra D’Ossa poderia fomentar este tipo de modalidades e, assim, chamar mais gente à nossa terra. Vejam quantos atletas vêm de outros locais do país competir na prova anual realizada pelo Clube Ciclomontanha de Estremoz, maratona “cidade de Estremoz”, que este ano já vai para a 4ª edição.
Compreendo que os donos dos terrenos pretendam zelar pelas suas propriedades, mas esta não é uma boa forma de o fazer.
O mais grave é que ao colocarem estes obstáculos estão também a impossibilitar a circulação de ambulâncias e de autotanques dos bombeiros. Todos os estremocenses ainda se lembram do último incêndio que devastou a serra e os danos que causou. Muitas famílias iam perdendo as suas casas e todos os bens amealhados durante uma vida inteira de trabalho.
Se para os “soldados da paz” já não era fácil aceder a determinados locais, como montes isolados para combater as chamas ou prestar auxilio em caso de doença, muito menos será agora. Assim, aumentam também cada vez mais as hipóteses de ficarem encurralados, reduzindo as possibilidades de salvar vidas alheias e de proteger as suas.