sábado, 30 de janeiro de 2010

Vamos salvar uma vida!

Amanhã, Domingo, Irá ser realizada na Casa do Povo de Santiago Rio de Moinhos, entre as 11h00 e 15h00, uma acção de angariação de potenciais dadores de medula óssea.
Não custa nada, basta retirar uma pequena quantidade de sangue! Existe um registo internacional onde os potenciais dadores ficarão registados e, na eventualidade de compatibilidade com outra pessoa, a colheita de medula é um processo relativamente simples.
Esta doença está muito próxima de nós e basta um pequeno gesto solidário para que possamos salvar uma vida. O pequeno Afonso é um destes casos!

http://www.facebook.com/pages/AJUDAR-O-AFONSO/209930047982?ref=mf

Pensem nisto!

Para mais informações:

http://www.apcl.pt/PresentationLayer/ctexto_01.aspx?ctextoid=34&ctlocalid=13

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

"Quintas", Dia de Ricardo Araújo Pereira


Uma pandemia da China
Aquele "A" da gripe A é aparentado com aquele que os espectadores de jogos de futebol soltam quando a bola bate no poste: ah! Pensei que era golo... Com a gripe sucedeu o mesmo. Gripe ah!, já me foram ao bolso


Divisas provenientes de todo o mundo entraram nas contas bancárias das farmacêuticas por causa da gripe A. O dinheiro, sabemo-lo bem, é contagioso. Sobretudo quando é muito, multiplica-se depressa. Significa isto que, embora de um modo ligeiramente inesperado, cumpriram-se as previsões da Organização Mundial de Saúde: acabou por haver pandemia, mas de moedas e notas. E infectaram, sobretudo, os bolsos das farmacêuticas. Haja quem tenha a caridade de nos livrar deste tipo de infecção.


Mas quem diria. Milhares de páginas de jornal a alertar para os perigos da gripe, horas de debates sobre a dimensão da pandemia, panfletos da Direcção-Geral de Saúde a ensinar os portugueses a lavarem as mãos e, segundo se diz agora (designadamente, em milhares de páginas de jornal), a pandemia foi o maior escândalo médico do século. Nada disto teria sido possível sem as reportagens e os debates. Mesmo as instruções sobre lavagem de mãos foram essenciais neste processo, para que o nosso dinheiro passasse para as mãos das farmacêuticas irrepreensivelmente limpo. Se as notas continuassem a ser manuseadas pelas nossas mãos sujas, talvez as farmacêuticas não as quisessem.

Do ponto de vista médico, a gripe A foi uma digna sucessora de outras pandemias que, sendo muito perigosas nos jornais, foram inofensivas, ou quase, na vida real. Depois da doença das vacas loucas e da gripe das aves, a gripe suína também cumpriu o seu destino: como pandemia foi fraca, mas como negócio foi um achado. Aquele "A" da gripe A é aparentado com aquele que os espectadores de jogos de futebol soltam quando a bola bate no poste: ah! Pensei que era golo... Com a gripe sucedeu o mesmo. Gripe ah! Pensei que era mais perigosa. Por outro lado, também se parece com o ah! dos burlados. Gripe ah!, já me foram ao bolso. Eu conheço pessoalmente mais sócios do Sporting do que gente infectada pelo vírus da gripe A, o que demonstra bem o falhanço da disseminação da doença. Se um grupo tão reduzido consegue, ainda assim, ser mais numeroso, dificilmente poderemos chamar pandemia àquilo que aconteceu. Ainda assim, esperemos que as pandemias continuem a fazer-nos pior ao bolso do que à saúde. Antes na farmácia que no cangalheiro, como diz o José Mário Branco na célebre canção chamada OMS. Ou FMI. É mais ou menos a mesma coisa. Se se fala num ou noutro, o melhor é guardar a carteira.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

José Ginja responde a "anónimos ressabiados das últimas eleições"

Em relação ao último post do “Estremoz Revisited” referente ao Parque Infantil dos Casais de Santa Maria, Mendeiros, o Sr. presidente da Junta de freguesia de Santa Maria, José Ginja, deixou um comentário que resolvi publicar na íntegra:

“Sou Presidente da Junta de Santa nunca comentei em nenhum blogue, mas neste momento sou obrigado a responder aos anónimos ressabiados das últimas eleições. Primeiro nunca quis parar qualquer obra que estivessem em curso porque se quizesse parava-a mesmo visto que não está dentro da legalidade dos parques desportivos, estou a tentar legalia-la para depois poder vir a ser inaugurada sem qualquer tipo de problema, até já convidei o presidente sessante a vir inaugurar porque nunca trabalhei á sombra de outras pessoas pois se a obra é dele ele que a inaugur e que tenha os loiros.
Quanto ao destruir é você que é bom cidadão e não comunica ás autoridades que estão a destruir um espaço que é de dinheiro público ou será que também tem lá o seu filho a destruilo só porque a junta é de outra cor politica.
Outra coisa, quando surgir que uma criança se aleige nas lindas chapas que fazem a bonita vedação quem será o responsável pois os furos das mesmas é cortante por tudo isto a mesma está á espera da decisão do Arq. Sergio Coias para que tudo se resolva da melhor maneira. Que venha a inauguração”.

José Ginja

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

À espera de inauguração!

O Pedro Soeiro no seu blogue “Estremoz Soeiro” coloca algumas questões em relação à utilização do novo Parque Infantil situado nos Casais de Santas Maria, em Mendeiros.
O primeiro aspecto que gostaria de frisar é que esta infra-estrutura se encontra, aparentemente, concluída, pois não se têm verificado nos últimos tempos movimentação de obras, apesar de ainda não terem sido retiradas as vedações que deveriam impedir as pessoas de utilizarem este equipamento.
Porém, a irreverência própria da idade e a falta de equipamentos deste género na zona, levaram a que os mais jovens não esperassem pela inauguração e começassem a frequentar este espaço.
Pelo que tenho podido observar, quem tem beneficiado deste equipamento são jovens que frequentam a Escola Secundária Rainha Santa Isabel ou que moram nas imediações e que o têm utilizado de forma correcta. Afinal este espaço não é para eles?
Se as inaugurações tardam é natural que os mais novos aproveitem um buraco na vedação para entrarem.
De recordar que existem infra-estruturas concluídas na nossa cidade há alguns meses que se estivessem à espera da inauguração nunca mais seriam utilizadas. Estou-me a lembrar, por exemplo, do parque infantil situado no Bairro do Campo da Feira ou dos baluartes no Bairro de Santiago.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Em caso de duvidas!

Não penso que seja necessário justificar seja o que for em relação à “linha editorial” do meu blogue, mas para os mais distraídos ou para aqueles que consideram que ando a fazer um “ataque cerrado” aqui fica um print screen de uma pasta que possuo com temas para serem tratados. São assuntos mais ou menos polémicos, que poderão ser incomodativos e que, por isso, vão sendo publicados espaçadamente.
Só para dizer que muitos “andaram (e andam) à caça”, mas o “Estremoz Revisited” seguiu sempre a mesma linha de orientação e, desta forma, irá continuar até ao seu extermínio.


“O Povo do Sul” destaca

Foi com muita satisfação que verifiquei que o “Estremoz Revisited” foi um dos três blogues destacados para esta semana na página principal de notícias do portal “O Povo do Sul”. Fazem parte deste leque de blogues sugeridos, para além do “Estremoz Revisited”, o “Alto da Praça” (Borba), do meu amigo Joaquim Trincheiras, e o “Na te rales” (Beja), de Moengas (anónimo).

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

O “Estremoz Revisited” pede perdão “às altas competências”!

Depois de mais de um ano da existência do “Estremoz Revisited” nunca, em qualquer dos assuntos que frisei, pretendi ser o “dono da razão” e admito muito facilmente os meus erros. O propósito dos posts é gerar discussão e verificar os diferentes pontos de vista que poderão ser mais pertinentes que os meus.
Porém, o Albino Carrasquinho não pensa desta forma, tornando-se difícil aceitar outras opiniões!
No último post do seu blogue, “Estremoz em Debate”, insurge-se contra o texto que escrevi na passada quarta-feira (
De “Estremoz Marca “ a “Estremoz”!) e que estava para entrar há mais de um mês. Sim, há mais de um mês!!!
Num texto meio atabalhoado, com alguns erros e falta de pontuação, o Albino no seu post “Pode ser a diferença” refere, entre outras coisas, que nos blogues há quem “escreve só por escrever ou tem alguma ideia que o sabe fazer, fico no entanto, com a impressão que o não deve saber fazer”.
Sr. Albino, antes de “ficar com a impressão” de que não sei escrever, aconselho-o a verificar os seus textos e a passá-los pelo corrector ortográfico do WORD. Confesso que estive tentado a reescrever o seu post mas, “como não o sei fazer”, desisti.
O autor do blogue faz referência também ao facto de “à (há) cerca de quatro anos” não ter ouvido vozes “a levantarem-se contra outros projectos de vital interesse para o concelho a serem parados ou aí não haveria nada a dizer porque quem geria até tinha o governo do seu lado”. Nesta questão gostaria de relembrá-lo que HÁ quatro anos era 1º Sargento do Exército, que exercia as minhas funções no Regimento de Cavalaria 3 e que, por isso, não estava autorizado a tecer este género de comentários.
O meu discurso não mudou desde que o MiETZ está na autarquia. Quantas vezes coloquei questões relacionadas com o lixo, estradas esburacadas ou, ainda, com Bairro de Santiago quando o Partido Socialista estava no poder? Já se esqueceu? Mais, o “Estremoz Revisited” nunca esteve tão calmo como nesta fase. Todavia, o seu espaço, “Estremoz em Debate”, que tantas acções criticou durante os últimos quatro anos, parou quando a autarquia “mudou de mãos”. Será que está tudo bem neste momento?
Só para terminar, e porque para quem não sabe escrever já me estendi demais, gostaria de salientar a posição dos autores dos blogues que se dizem ofendidos com os comentários anónimos que recebem e vão para os outros fazer o mesmo. Não é Sr. Manuel Marcas?
Termino com uma quadra de António Aleixo, o poeta do povo:
Peço às altas competências
Perdão, porque mal sei ler,
P’ra aquelas deficiências
Que os meus versos possam ter.