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domingo, 7 de março de 2010

III Passeio TT SEL

Apesar de ter sido quase derrotado pelo cansaço, deixo-vos um pequeno vídeo com os momentos altos do III Passeio TT SEL.
Amanhã passarei as fotografias pelo Youtube para as poderem observar com maiores dimensões e mais qualidade.

Espero que gostem!!!


quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

José Ginja responde a "anónimos ressabiados das últimas eleições"

Em relação ao último post do “Estremoz Revisited” referente ao Parque Infantil dos Casais de Santa Maria, Mendeiros, o Sr. presidente da Junta de freguesia de Santa Maria, José Ginja, deixou um comentário que resolvi publicar na íntegra:

“Sou Presidente da Junta de Santa nunca comentei em nenhum blogue, mas neste momento sou obrigado a responder aos anónimos ressabiados das últimas eleições. Primeiro nunca quis parar qualquer obra que estivessem em curso porque se quizesse parava-a mesmo visto que não está dentro da legalidade dos parques desportivos, estou a tentar legalia-la para depois poder vir a ser inaugurada sem qualquer tipo de problema, até já convidei o presidente sessante a vir inaugurar porque nunca trabalhei á sombra de outras pessoas pois se a obra é dele ele que a inaugur e que tenha os loiros.
Quanto ao destruir é você que é bom cidadão e não comunica ás autoridades que estão a destruir um espaço que é de dinheiro público ou será que também tem lá o seu filho a destruilo só porque a junta é de outra cor politica.
Outra coisa, quando surgir que uma criança se aleige nas lindas chapas que fazem a bonita vedação quem será o responsável pois os furos das mesmas é cortante por tudo isto a mesma está á espera da decisão do Arq. Sergio Coias para que tudo se resolva da melhor maneira. Que venha a inauguração”.

José Ginja

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

4ª Gala Clube Futebol de Estremoz

4ª Gala do Clube Futebol de Estremoz
O Clube Futebol de Estremoz realiza no próximo sábado, dia 12 de Dezembro, no Pavilhão A do Parque de Feiras e Exposições de Estremoz a 4ª Gala do clube. Com início marcado para as 19h30, o evento pretende promover um dia de festa, convívio e animação entre atletas, sócios, dirigentes, técnicos e simpatizantes do clube.
O programa contempla jantar de gala; apresentação de todos os atletas das modalidades do clube na época 2009/2010; entrega de prémios de atleta do ano referentes à época 2008/2009; actuações de José Geadas, Dance 4, Fun, Dj Gonzaga e demonstrações do Ginásio In Shape.
Durante o dia realizar-se-ão também encontros de veteranos e antigos atletas do clube.
Para inscrições, os interessados deverão contactar o telefone 268322163 ou o endereço electrónico cfestremoz@sapo.pt

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

José Alberto Fateixa - Na hora da despedida

A edição nº 723 do jornal Brados do Alentejo esgotou, tendo-se registado uma autêntica “corrida” às bancas. Desta forma, e porque tenho conhecimento que algumas pessoas não tiveram a oportunidade de ler a última entrevista do presidente da Câmara Municipal de Estremoz, José Alberto Fateixa, este artigo será publicado na íntegra no blogue “Estremoz Revisited” e no site oficial do jornal Brados do Alentejo.

José Alberto Fateixa
Na hora da despedida
A terminar o seu mandato, José Alberto Fateixa reuniu com a comunicação social local (jornal Brados do Alentejo, Ecos e Rádio Despertar Voz de Estremoz) na passada segunda-feira, dia 26, na Estalagem Páteo dos Solares e deu a sua última entrevista enquanto presidente da Câmara Municipal de Estremoz, respondendo às questões colocadas pelos jornalistas durante um agradável almoço. Abordaram-se temas como os resultados das eleições autárquicas, as principais medidas tomadas durante a sua governação e o futuro de Estremoz e dos estremocenses.

Como analisa os resultados obtidos nas últimas eleições autárquicas?
Os estremocenses pronunciaram-se, fizeram as suas escolhas e elas aí estão para a governação do concelho nos próximos quatro anos.

Que balanço faz destes quatro anos de governação?
Nós assumimos um conjunto de compromissos há quatro anos. Assumimos o compromisso de promovermos a modernização da câmara enquanto instituição, de contribuir para a afirmação de Estremoz no contexto regional e lançámos o que são as bases para que o concelho se possa desenvolver e promover às pessoas um melhor bem-estar. Este mandato foi exercido num contexto especial. As obras de maior envergadura que as autarquias executam são feitas com base nos quadros comunitários e quando nós chegámos o terceiro quadro de apoio estava comprometido e não tínhamos espaço senão para acabar obras. Quando abandono o exercício deste cargo deixo um conjunto de compromissos financeiros que permitirão ao próximo executivo lançar obras que, no meu entendimento, serão importantes para tornar Estremoz mais vivo, mais forte e promover melhor cidadania às pessoas. Pretendemos organizar a casa, credibilizar a câmara junto dos fornecedores, contribuir para a afirmação de Estremoz no contexto regional e criar condições para que quando existisse financiamento podermos dar um salto qualitativo para melhorar o bem-estar e termos mais visibilidade, mais força e mais atractividade fora do concelho.

Quais serão os maiores benefícios que o seu sucessor terá da sua governação?
Fico muito satisfeito por termos conseguido que a administração pública permanecesse e reforçasse a sua presença no concelho. As respostas da saúde, da agricultura, da justiça e da educação são extremamente importantes. A decisão tomada de integrarmos as Águas do Centro Alentejo e tudo o que aí vem em termos de investimento para este próximo mandato, aquilo que foi possível fazer em termos de contratualização que, por exemplo, permitirá que a rede de estradas seja melhorada e que hajam novas intervenções num conjunto de estradas que são estruturantes na lógica do concelho, aquilo que conseguimos em termos de participação na rede de Cidades do Corredor Azul, que permitirá a intervenção na lógica da ciência e dos equipamentos da ciência ligados ao património, e o que conseguimos na área da educação, que permitirá uma intervenção de fundo no valor de quatro milhões de euros para a Escola Básica Sebastião da Gama, são, entre outras, obras físicas que deverão acontecer nos próximos tempos. Portanto, tudo isto no seu conjunto representa um investimento de cerca de 20 milhões de euros para os próximos quatro anos no concelho de Estremoz e penso que são marcas indiscutíveis de uma estratégia e de um rumo que lançámos.

Deixa de desempenhar o cargo de presidente da Câmara Municipal de Estremoz para exercer o de vereador na oposição. Como é que irá realizar esta oposição nos próximos quatro anos?
Sempre disse que aquilo que me fazia correr era Estremoz. Há quatro anos era deputado da Assembleia da República e optei por concorrer à Câmara Municipal de Estremoz. Deixei de ser deputado para me dedicar totalmente à minha cidade e ao meu concelho, defendendo as minhas propostas e as minhas ideias na conjuntura que vivemos. Não concorro contra ninguém, mas pela minha cidade e pelo meu concelho. Tenho um conjunto de compromissos que foram espelhados no programa eleitoral que apresentei aos estremocenses e que decorrem muito daquilo que foram as minhas opções ao longo de quatro anos e tentarei levá-las à prática no próximo mandato.
Não tenho nenhuma posição contra o que quer que seja, tenho as minhas convicções que serão aquelas que continuo a defender ao longo dos anos.

Se pudesse recuar quatro anos fazia tudo igual e tomava as mesmas posições?
Olhando para trás, naturalmente faria muitas coisas diferentes. A vida ensina-nos que devemos aprender com coisas que correm menos bem, mas no essencial gosto de dizer que corro pelas minhas convicções e por aquilo que entendo que são as ideias que melhor servem as pessoas. A minha ideia nunca foi servir interesses particulares, mas servir interesses gerais e estar à altura do tempo. Este é um tempo de competição entre cidades e concelhos, de dificuldades económicas para as pessoas, famílias, empresas, para o país e para o mundo. É um tempo em que os desafios são mais complexos e não é o tempo da facilidade e da palmadinha nas costas. É o tempo de sabermos para onde queremos ir e considero que um concelho sem educação é um concelho que não tem a capacidade da realização e fazer acontecer coisas. Um concelho que não seja capaz de olhar para o seu património, para o seu espaço público e recuperá-lo, para resolver as questões ambientais não é um concelho com futuro! Portanto, certamente que muitas coisas seriam diferentes, pelo menos na forma, mas na substância estou convicto e durmo com a convicção de quem escolheu o caminho da afirmação do nosso concelho numa lógica de interesse comum e geral e não do interesse particular, não das coisas comezinhas. Temos que acreditar que temos gente que faz com que o concelho tenha hipótese de ter futuro e nesta competição desenfreada, que vivemos hoje, temos que fazer ouvir a nossa voz e eu fiz ouvir a voz de Estremoz ao longo do tempo. Temos que ser capazes de juntar vontades e de melhorar a nossa auto-estima e acho que, no essencial, o fiz.
A vontade expressa nos votos foi noutro sentido e há que respeitar e tirar conclusões. O concelho tem hoje outro timoneiro, direi que a maior parte das pessoas de Estremoz que expressaram o seu voto se revêem na maneira de ser, de estar e de agir do novo presidente da câmara e o mais que posso é desejar-lhe felicidades e ao concelho.

Vamos voltar a vê-lo daqui a quatro anos na luta pela Câmara Municipal de Estremoz?
As eleições autárquicas são só um momento que ocorre de quatro em quatro anos. A vida ocorre todos os dias e cá estarei com a minha maneira de ser e de estar, com os meus ideais, como homem desta terra que optou por aqui viver a dar o seu melhor.

A abandonar o seu cargo de presidente da Câmara Municipal de Estremoz o que pensa fazer de futuro?
Sou professor há mais de 20 anos na Escola Secundária Rainha Santa Isabel e é essa a minha profissão. Não enjeito desafios desde que considere que tenha capacidades e que possa prestar um bom serviço.

Está magoado com os estremocenses?
Estou de consciência tranquila porque fiz aquilo que achava melhor. Os estremocenses, naturalmente, escolhem e tomam as opções que entendem como melhores e acredito que tomaram a opção que uma parte da população acreditou ser a melhor. Agora, tenho a certeza que, ao longo destes quatro anos, Estremoz foi ouvido, se afirmou e mostrou vitalidade. Houve inúmeras coisas que aqui aconteceram e que dão um sinal positivo da nossa cidade e do nosso concelho e este é uma marca que não é apagável.

Durante a campanha eleitoral foi criticado pela oposição por ter uma governação prepotente, arrogante e distante dos munícipes. Qual a sua opinião em relação a estas criticas?
Quem me conhece minimamente sabe que posso e, certamente, tenho muitos defeitos, mas há vários que de certeza não tenho. Prepotente e arrogante é algo que nunca fui nem nunca serei, não está na minha essência! Penso que esta opinião teve a ver com a estratégia que algumas forças adoptaram relativamente ao modo de estar na política e na vida. Não sou assim. Bato-me por aquilo que acredito e pelas ideias que julgo serem as melhores. Nunca me afirmei rebaixando os outros e nunca fiz o meu caminho querendo o mal dos outros. Nunca foi essa a minha maneira de ser e, aliás, acho que quanto melhor as pessoas tiverem mais hipóteses temos de ter uma vida e um futuro. Não considero que em termos de gestão fosse arrogante. Por vezes admito que possa não ter sido tão próximo quanto gostaria, mas por enquanto, como alguém dizia, não é possível estarmos à janela e vermo-nos na rua! Logo para poder estar a tentar resolver um conjunto de questões em Évora ou em Lisboa e estar a bater à porta de ministros e secretários de Estado não podia estar no café, no restaurante, na taberna, na loja, num sitio mais próximo a dar palmadinhas nas costas e a chamar nomes a alguém. Esta é a minha maneira de defender os interesses de todos. Sempre acreditei que as grandes decisões são tomadas nos sítios que estão mais longe de nós, em Lisboa, e, portanto, para podermos influenciar e determinar estas decisões temos que ir a Lisboa e mostrar os nossos argumentos. Ora, se por vezes estamos em Lisboa ou em Évora, nos sítios onde se decidi, não podemos estar tão perto quanto gostaríamos.
Haverá pessoas com uma ideia menor que defendem coisas que não são realizáveis e a vida política não é assim. Este é o preço que se paga por defendermos os nossos ideais e aceitarmos estar à frente de coisas!

Se pudesse escolher uma marca na sua governação qual escolheria?
Escolhia a marca do orgulho de ter dado o melhor pela minha terra, querendo, desse modo, servir o melhor que soube e sei. Tento sempre ouvir a nossa terra, dando a ambição de não me resignar às coisas pequeninas. Neste mundo global e competitivo quem não está nos sítios da decisão está fora da decisão. Tenho o orgulho de ser de Estremoz, de acreditar nas suas gentes e na sua força e capacidade realizadora.
Estremoz tem futuro e isso é importante, não ser resignada, não pode ficar de fora e a dizer que os outros não nos dão isto ou aquilo, mas antes lutar e ir aos sítios onde as coisas ocorrem e decidir ou ajudar a decidir e influenciar e dirimir argumentos para quem decidi possa ter a noção de que a voz de Estremoz foi ouvida nos sítios. Cada vez quero que mais coisas venham para aqui, mas os contextos são de encolha e de dificuldade e, nesse domínio, direi que a minha marca é a da combatividade para que a voz de Estremoz se ouça cada vez mais longe e com a ambição de termos futuro.

Estremoz tem razões para olhar para o futuro e sorrir?
Tenho muitas dúvidas sobre a nossa capacidade de nos fazermos ouvir nas decisões do país, mas espero que isso aconteça. Estremoz tem capacidade empreendedora, uma boa localização e acho que durante muitos anos ficámos fora da esfera de influência de quem governa e dos locais em que havia decisão. Espero que não fiquemos de fora novamente e que quem decide tenha a disponibilidade de ouvir, mas também quem está a representar Estremoz possa fazer ouvir a sua voz e tenha a capacidade de, no fundo, dizer que Estremoz também tem que ser levado em conta.

Jorge Manuel Pereira

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Noite de “Festa Brava”!

E hoje é noite de “Festa Brava”.

Tal como o jornal Brados do Alentejo noticiou, a nossa cidade receberá hoje, dia 4, uma corrida de touros à portuguesa.
Em praça irão estar os cavaleiros João Moura, Francisco Cortes, João Teles Jr e ainda o amador Miguel Moura, que irão lidar touros da ganadaria de Cunhal Patrício.
As pegas estarão a cargo dos Amadores de Montemor e Portalegre.
Com tantas figuras da tauromaquia, a promessa de um bom espectáculo será, seguramente, cumprida.

Depois do evento, e se tiver oportunidade, passarei no “Estremoz Revisited” algumas fotografias com os momentos altos da tourada.

Não faltem!

terça-feira, 28 de julho de 2009

IP2/ESTREMOZ - Grupo de cidadãos contesta novo traçado

Um grupo de cidadãos de Estremoz contesta o novo traçado proposto para a variante do Itinerário Principal (IP) 2, por considerar que põe novamente em causa interesses económicos, sociais, patrimoniais e ambientais.
Carlos Sarmento de Matos, representante do grupo de cidadãos, disse hoje à agência Lusa que a Estradas de Portugal "ignorou a decisão governamental" de 2007 e propõe agora um traçado para a variante do IP2 em Estremoz que "é praticamente o mesmo que teve o parecer negativo da Comissão de Avaliação de Impacte Ambiental e foi chumbado pelo Governo".
"As alternativas propostas põem em causa os mesmos interesses económicos, sociais, patrimoniais e ambientais que levaram o Governo, em 2007, a chumbar o traçado", salientou Carlos de Matos.
De acordo com o representante do grupo de cidadãos que se propõe defender os interesses de Estremoz, o traçado agora proposto aponta para duas vias, quando estavam previstas quatro, porque os "estudos apontam falta de tráfego".
Carlos Sarmento de Matos explicou ainda que empresários do sector vinícola investiram tendo em conta a anterior decisão governamental, que agora é posta em causa.
"Toda a argumentação que muitos cidadãos de Estremoz utilizaram para contestar o projecto de 2007 e que o Governo sancionou, está de novo em causa", salientou.
A solução alternativa proposta em 2007 pelo grupo de cidadãos, a construção da variante ao IP2, pela zona nascente da cidade, é "abandonada", segundo Carlos de Matos, no Estudo de Impacte Ambiental em discussão, com "argumentos pouco consistentes".
Segundo o processo de contestação que foi apresentado à Agência Portuguesa do Ambiente pelo grupo de cidadãos, a que a Lusa teve acesso, a 22 de Agosto de 2007, o Governo emitiu uma Declaração de Impacte Ambiental desfavorável à execução do projecto "IP2 Variante a Estremoz e Reformulação do Nó com a EN4".
Dois anos depois, refere o documento, a "Estradas de Portugal surge com um novo projecto, que é apenas novo na designação e no traçado específico, mas que é praticamente igual ao anterior quanto aos impactos negativos, uma vez que atravessa exactamente a mesma área que em 2007 se entendeu dever defender".
Em 2007, o que estava em discussão era a execução do projecto "IP2 Variante a Estremoz e Reformulação do Nó com a EN4". Agora o projecto apresentado é formalmente diferente e chama-se "IP2-IP6 (A23) Portalegre (IP7/A6".
O documento refere ainda que "contra tudo e contra todos e, assim parece, com o beneplácito silencioso da autarquia, a entidade proponente tenta inserir o projecto contestado e chumbado em 2007 num outro projecto mais vasto com a intenção de 'embrulhar' de outra forma e diluir a contestação sobre o traçado específico da zona de Estremoz.
Segundo o documento, na zona de Estremoz, "surgem agora três traçados, mas nenhum deles constitui uma alternativa aos outros porque atravessam praticamente a mesma zona e os seus impactos são exactamente os mesmos".
O Ministério do Ambiente chumbou em Agosto de 2007 o traçado proposto, na altura, para a variante do IP2 em Estremoz, devido a impactos negativos significativos, segundo um documento a que a Lusa teve acesso.
A construção do troço do IP2 que passa em Estremoz já havia sido chumbada pela Comissão de Avaliação de Impacto Ambiental, mas como o parecer desta entidade não é vinculativo coube ao Ministério do Ambiente uma decisão final.
A declaração de impacto ambiental, assinada a 22 de Agosto de 2007 pelo secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, diz que o "projecto induzirá impactos negativos significativos", nomeadamente em áreas de vinha, olival e montado.

http://www.destak.pt/artigos.php?art=36796

domingo, 14 de dezembro de 2008

Contas Complicadas

No passado dia 7 de Dezembro realizou-se mais uma gala do “Estremoz”. O objectivo era, como diz no “Brados”, unir toda a família “encarnada” em mais um jantar de confraternização, agraciar algumas pessoas que pertencem aos órgãos do clube e distinguir os melhores atletas das diferentes modalidades da época de 2007 / 2008.
Durante este evento muitos foram os que discursaram, nomeadamente o presidente do Clube de Futebol de Estremoz, Paulo Rosado, que aproveitou o momento para lançar duras criticas a todos aqueles que estão nos “cafés e nos bares a criticar”, em vez de trabalharem em prol do clube.
Até aqui tudo bem, até porque é mais fácil criticar do que tentar fazer melhor…
Continuando a discursar, o presidente, lembrou ainda alguns aspectos positivos da época passada como, por exemplo, a “quase conclusão” das obras da esplanada parque, a atribuição da Medalha de Mérito Municipal – Grau Ouro por parte do município e realçou alguns dos bons resultados das diferentes modalidades.
É precisamente neste último ponto que estamos em desacordo…
Paulo Rosado, a uma dada altura, afirma que um destes bons resultados foi a subida da equipa sénior de hóquei à 2ª divisão.
Sr. Presidente, a subida à 2ª divisão não foi um bom resultado, a descida na época 2006 / 2007 é que foi mau. O CFE, pelo menos no hóquei, sempre teve equipas bem posicionadas na 2ª divisão e estar na 3ª é um desprestígio para todos os estremocenses. Actualmente, a equipa está a passar por um mau bocado porque precisa de um treinador que defenda os seus jogadores, em vez de um que vai para a rádio dizer que os maus resultados se devem ao facto de os atletas não fazerem o que ele manda. A equipa tem bons jogadores e, na minha opinião, só está um pouco desorganizada. No jogo de ontem, dia 13, viu-se isso mesmo. Após ter conseguido o empate a poucos minutos do fim, acabam por perder o jogo a apenas alguns segundos.
Está-se a jogar muito com o coração…
De realçar, ainda, os dois cartões vermelhos que foram mostrados aos jogadores do “Estremoz”. O primeiro é totalmente desnecessário com uma tentativa de agressão de um jogador da equipa da casa (Toureiro) a outro do Vasco da Gama de Sines, numa jogada por trás da baliza da equipa adversária que até já estava perdida. No que diz respeito ao segundo deve ter sido por “bocas” ao árbitro.
Sr. Presidente, é necessário arrumar a casa enquanto é tempo porque as contas estão a ficar muito complicadas e, assim, evita de realçar numa gala futura que a subida à 2ª divisão foi um bom resultado.